::: Thursday, December 13, 2001 :::
Snorland, R.I.P.
Leo Dillon, o criador e autor do Snorland trancou as portas do gerador de comentários.
"All scripts that were running on Snorland are no longer available due to them using large amounts of server resources - because of high levels of traffic. Sorry for any inconvenience, but I have no control over this matter."
Tradução: "Os códigos que faziam o Snorland funcionar não estão mais disponíveis por que eles usavam uma quantidade enorme de recursos do provedor - devido ao grande número de visitas. Sinto muito pela incoveniência, mas eu não tenho como resolver essa situação."
Pois é, primeiro o Reblogger, e agora o Snorland que não agüentou o tranco. Não vou instalar uma alternativa, por que sei muito bem o que vai acontecer.
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Vou estudar a possibilidade de guardar os comentários do meu Blog no meu próprio site, que nem fez a Fezoca, que viu o handwriting on the wall muito antes que a maioria dos blogueiros.
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Por enquanto, usem o guestbook ou o guestmap. Os links estão aí embaixo.
::: Tuesday, December 11, 2001 :::
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Estou atolado no trabalho, só vou postar à noite.
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O tempo não pára
Hoje faz três meses desde que o mundo mudou.
::: Monday, December 10, 2001 :::
Veja aqui uma animação que eu fiz em gif, baseada na foto do post anterior.
Era uma casa Italiana, com certeza.
O desaparecimento desse blogueiro que vos bloga têm 3 motivos: Natal, Natal e Natal.
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No sábado, Hubby Joe e eu fomos com a família dele à Arthur Avenue, no Bronx. Uma comunidade Italiana, tal qual se vê nos filmes (Moonstruck, por exemplo), com muita coisa boa para se comprar para as festas de fim-de-ano: tudo coisa que engorda, mas que são uma delícia. Só o fato de passear pela Arthur Avenue já é uma experiência e tanto. Lá, ainda é possível encontrar lojas que não existem mais na sociedade de consumo Americana. Vi uma sapataria e o velho sapateiro, um açougue e os animais dependurados pelo gancho (que barbárie!), uma queijoaria (??), com queijos de todos os gostos e todas as formas (inclusive porquinho, golfinho, ursinho — como é que se come uma arte tão bonita dessas? Vi bacalhau, linguiça defumada pendurada no telhado, tanta coisa que lembrou a minha infância. Cresci numa família Italiana, com certeza, e nem sabia disso.
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E o pateta aqui deixou a câmera digital em casa.