::: Friday, November 23, 2001 :::
Finalmente!!
Depois de quebrar e requebrar a cara com o How-to do Blogger, tanto mexi e remexi que descobri, sozinho, como fazer o tal do includes funcionar. As instruções estão complicadas e ambíguas, e a pessoa que as escreveu certamente sabe muito mas não sabe como passar essa sabedoria adiante.
:::::::::: Agora que desmantelei o código, vou poder ter vários blogs diferentes usando um mesmo template. E a única coisa que vai mudar é essa parte que você está lendo, agora.
:::::::::: O código de includes é um ótimo exemplo de como esses scripts vieram para facilitar e complicar ao mesmo tempo. Mas uma vez dominados, esses leões viram uns gatinhos mansos.
Parabéns, Elias!
Meu amigo Elias, que não tem blog mas que lê esse aqui, fez aniversário ontem, em pleno Dia do Peru. Feliz aniversário procê, meu amigo.
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A gente vai se encontrar hoje de noite para comemorar. Mesmo assim, fica aqui marcado, para posteridade...
::: Tuesday, November 20, 2001 :::
Frases famosas
Alguém sabe quem disse isso?
Um mito não se fabrica, ele nasce acidentalmente.
Não me lembro onde li isso, mas cai como uma luva nessa história do Tourist Guy.
Trânsito horrível
Por causa do feriado de Quinta-feira, hoje minha viagem de volta do trabalho levou quase duas horas no engarrafamento. Estou até agora irritado. Argh, que perda de tempo! A viagem em trânsito normal leva mais ou menos 20 minutos.
Fiz uma coisa terrível
Desesperado com saudade de doce de leite, acabei cozinhando uma lata de leite condensado na panela de pressão. Ficou ótimo, nham nham. Mas posso começar a cantar, com a música do Ivan Lins: "Engordar de novo (etc) não vai valer a pena ter emagrecido..."
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Alguém sabe dizer porquê Americano tem nojo de leite condensado? Ainda não encontrei um disposto a comer pudim, ou a provar doce de leite. Todos fazer aquela cara de "argh". O que é que tem no leite condensado, em gente?
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If you're an American, could you please explain why Americans are disgusted by Condensed Milk? What's up with that?
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As latinhas de leite condensado (da Nestlé e de outras marcas) aparecem no supermercado na seção de comidas latinas. O creme de leite só na loja brasileira, mesmo.
::: Monday, November 19, 2001 :::
Já que ninguém se importa em comentar, nem ao menos assinar o guestbook...
Eles inventaram o GUESTMAP!
Muito legalzinho isso aqui. Basta mover uma setinha para marcar sua presença no meu guestmap
Fugiram da Raia
Semana passada fui capturado por alguns capítulos da infeliz As Filhas da Mãe, da Rede Bobo. Vi uma explosão de um resort, gente correndo pra tudo quanto é lado, e o namorado da Vera Fisher quase morto. Depois fiquei sabendo que quem explodiu aquela Torre de Babel foi o Sílvio de Abreu.
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Parece que é fácil escrever novela. A fórmula é simples: jogue as idéias de sucesso do passado no liquidificador, troque os nomes dos personagens e voilá! Você já tem uma novela nova. Essa novela parece um remake daquela outra com a Fernanda Montenegro, que vi há pelo menos uns 20 anos atrás, também do Sílvio de Abreu. Só tá faltando o Paulo Autran. Aliás, não tá faltando, não. Fico com pena de ver a Fernanda e o Raul tendo que fazer novela das sete -- um desperdício de talento.
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Pelo menos dessa vez, eles não mataram a Ramona na explosão (como fizeram na outra explosão, matando o casal lésbico, devido à rejeição do público). Mesmo assim, esse negócio da Cláudia Raia interpretar uma transexual, sei não. Por quê não chamaram a Roberta Close? Será que o Alexandre Borges trocaria cenas de French Kiss com uma transexual de verdade? Ou será que ninguém contou ao Edson Celulari que a Cláudia na verdade nasceu Cláudio?
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Escalar a Cláudia para o papel de transexual é preconceito e ignorância. Seria o mesmo que escalar um menino branco para fazer o Saci do Sítio do Pica Pau Amarelo, e tentar pintá-lo de negro. Quando a Cláudia entra em cena, com roupas extravagantes e sensuais, eu imagino como seria se a atriz escalada fosse realmente uma transexual. Ficaria muito menos ridículo, muito mais verídico, e ajudaria à população que assiste novela religiosamente (leia-se: o Brasil quase que inteiro) superar mais um tabú social.
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Alguém aí viu The Crying Game?
Só para dar um chute no Blogger
Esse post é só pra ver se as atualizações no meu posting anterior vão aparecer. Parece que o Blogger tá emperrado, ô!
Pay it forward
Alguém viu o filme Pay It Forward? Como ficou o título em Português? Alguém bem que poderia começar um dicionário Inglês-Português de títulos de filmes. Graças à Faerie, descobri que o título ficou - argh! - "A Corrente do Bem".
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Apesar de ser notícia velha, somente ontem vi esse dito cujo. Se não me engano, o filme foi rejeitado pela crítica -- o que no meu caso funciona como psicologia inversa. Mas eu gostei muito do filme, ele cumpriu muito bem o papel a que se intencionava (fazer jorrar rios de lágrimas), mesmo que usando recursos de folhetim e muito, mas muito mesmo, cliché.
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Pay it forward conta a história de Trevor (Haley Joel Osment), um menino de onze anos que têm como trabalho escolar a tarefa de mudar o mundo. Enquanto os outros alunos não estão nem aí para a filosofia do professor (Kevin Space), Trevor têm vários motivos para desejar um mundo melhor. A mãe (Helen Hunt) e o pai (Bon Jovi) são alcóolatras. O pai abandonou o lar depois de espancar a mãe. A avó vive nas ruas por opção própria, etc etc etc.
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Sonhando com uma vida melhor para todos, o menino Trevor inventa uma teoria bem melhor que a do "Deus Lhe Pague", chamando-a de "Pay It Forward" (Pague Adiante). A teoria é simples: para cada favor que realizar, pediria em troca que o favorecido pagasse adiante com três grandes favores a três estranhos que encontrassem, e que exigissem em troca que fizessem o mesmo. A matemática do Pay It Forward iria então, multiplicar-se e mudar o mundo para melhor.
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Mas Trevor não contou com um pequeno detalher chamado Raça Humana, e o filme segue em desavenças e proezas que, se eu contar aqui, vira spoiler.
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Haley Joel Osment, o adulto-mirim que viu fantasmas em The Sixth Sense, deu outro show de bola em Pay It Forward.
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O único passo errado do filme, na minha opinião, foi fazer o Kevin Space vítima de queimaduras só para mais tarde no filme tentar fazer qualquer chorão chorar ainda mais. Achei desnessário. O rosto do ator, entretanto, aparece deformado em um ótimo trabalho de maquilagem. Lembrei-me de uma menina na minha sala de aula que tinha o rosto assim.
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Para quem não viu, recomendo. Se você não gosta de filmes melodramáticos, pelo menos é ótimo para refletir um pouco sobre essa teoria um tanto quanto utópica e demagoga chamada Pay It Forward. Em um search pelo Google, achei inclusive uma Fundação que defende essa teoria como projeto escolar.
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Como bom tear-jerker que se preze, esse filme tem todos os elementos baratos e utópicos que aparecem na fórmula de Hollywood. Mas e daí? Um bom filme, na minha opinião tem que me fazer passar duas horas sem que eu queira ir ao banheiro, e esse me prendeu o suficiente. Pausei duas vezes, mas somente porque o telefone tocou, e já que tinha pausado mesmo, fui ao banheiro.
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Inicio aqui a versão "blog" do Pay It Forward. Para cada comment que receber, prometo que vou postar três comments em blogs por aí. Fui.
Recessão??
De volta no trampo habitual, mas não por muito tempo. Parece que a recessão não afetou a minha área profissional, e minha secretária eletrônica continua gravando mensagens para entrevistas de trabalho. Se tudo der certo, breve breve estarei de trampo novo. Tenho outra entrevista nesta quarta-feira. Dessa vez pertinho da minha casa, o que pode ser um ótimo emprego de transição, até que ache um que me agrade mais. Hmmmm, que dúvida cruel. A única coisa que eu tenho certeza é de que eu tô caindo fora desse barco antes que ele afunde.